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Sexta-feira, 13 de Março 2026
Condenada por homicídio brutal, mulher é presa em Itabela após 12 anos foragida; confira

Itabela

Condenada por homicídio brutal, mulher é presa em Itabela após 12 anos foragida; confira

Na ocasião, os agressores utilizaram um pedaço de madeira para agredir a vítima, principalmente na cabeça, causando morte por traumatismo cranioencefálico.

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Uma mulher de 58 anos, foi presa nesta quinta-feira (14), depois de ficar foragida por 13 anos. Ela foi condenada por matar a pauladas e ocultar o corpo do companheiro, Aldeni Alves de Carvalho. O crime ocorreu em 2002, no bairro Vale do Grande Rio, em Petrolina, Pernambuco. A prisão ocorreu em Itabela, na Bahia.

O crime ocorreu no dia 27 de novembro de 2002, por volta das 21 horas, no bairro Vale do Grande Rio, em Petrolina, Pernambuco. A mulher, junto com dois comparsas, teria assassinado a vítima, com quem mantinha relacionamento há mais de 12 anos.

Na ocasião, os agressores utilizaram um pedaço de madeira para agredir a vítima, principalmente na cabeça, causando morte por traumatismo cranioencefálico. Após o crime, esconderam o corpo em uma cova rasa em um matagal.

Prisão
De acordo com a Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), a mulher foi localizada por meio da Delegacia de Polícia (DP) de Vila Valério, em ação integrada com a Polícia Civil do Estado da Bahia (PCBA). A captura ocorreu em cumprimento a mandado de prisão expedido pelo Juízo da 9ª Vara de Execução de Vitória.

A equipe chegou até a suspeita depois de levantamento realizado pela equipe de inteligência que apontou que a mulher estava escondida na cidade de Itabela, na Bahia. A equipe atuou com o prazo apertado, já que restavam apenas três meses para o mandado expirar.

Segundo o titular da DP de Vila Valério, delegado Erick Lopes Esteves, depois do crime, a mulher seguiu para o Espírito Santo, onde iniciou o cumprimento da pena. Quando passou para o regime aberto, mudou-se para a Bahia. “Desde 2013, o Juízo da execução penal não tinha informações sobre seu paradeiro, mesmo restando cinco anos de pena a cumprir”, explicou.

 

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