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Domingo, 14 de Dezembro 2025
Itabela está entre os cinco municípios com maior incidência de HIV e Aids na Bahia; Confira

Itabela

Itabela está entre os cinco municípios com maior incidência de HIV e Aids na Bahia; Confira

Estado registrou mais de 11 mil casos desde 2023; jovens de 20 a 34 anos concentram maior número de diagnósticos

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Entre janeiro de 2023 e 2 de agosto de 2025, a Bahia registrou 11.187 casos de HIV e Aids, conforme dados divulgados pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). Salvador se destaca entre os cinco municípios com maior incidência, juntamente com Rodelas, Paulo Afonso, Itacaré e a cidade de Itabela no extremo sul do estado. Esses números revelam um crescimento contínuo desde 2022, o que gera grande preocupação entre especialistas da área da saúde.

Dos casos contabilizados, 72% (8.005) são homens, enquanto 28% (3.164) são mulheres. Em 18 casos, o gênero não foi informado. A faixa etária mais afetada é a de 20 a 34 anos, com mais de 5 mil diagnósticos, seguida pelo grupo de 35 a 49 anos, que concentra 3.664 casos. A situação torna-se ainda mais alarmante ao considerar o número ainda significativo das notificações entre adolescentes. Nos últimos dez anos, foram registrados 1.762 casos nessa faixa etária, com um pico em 2017. Os adolescentes de 14 a 19 anos experimentaram um aumento significativo, passando de 137 casos em 2022 para 184 em 2024, com 93 casos confirmados até agosto de 2025 indicando uma queda em relação ao ano anterior.

Em um contexto marcado pela pandemia de Covid-19, as oscilações nas estatísticas de HIV e Aids podem ser atribuídas a mudanças no acesso aos serviços de saúde. Para enfrentar esse desafio, o governo da Bahia tem intensificado ações de prevenção combinada, além de fortalecer campanhas educativas e facilitar o acesso ao diagnóstico precoce, especialmente entre jovens e populações vulneráveis.

Essas iniciativas estão em conformidade com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da ONU, que visam eliminar o HIV como um problema de saúde pública até 2030. O Brasil também se comprometeu com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) a reduzir a transmissão de infecções como sífilis, HIV, hepatite B, doença de Chagas e HTLV, reafirmando a importância de um esforço coletivo para combater essa epidemia que ainda afeta milhares de vidas.

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