O júri dos réus Rogério Andrade de Oliveira, Sandro Andrade de Oliveira e Jamilton Neves Lopes, envolvidos nas investigações sobre a morte do prefeito de Itagimirim, Rielson Lima, deveria ter ocorrido anteriormente, mas acabou sendo adiado por questões relacionadas à apresentação de documentos que poderiam contribuir para a defesa dos acusados. Rogério era vice-prefeito de Rielson na época do crime e foi apontado pelas investigações como suposto mandante, juntamente com Sandro.
Segundo as investigações, Jamilton Neves Lopes teria efetuado vários disparos contra Rielson, com intenção de matar, seguindo ordens atribuídas a Rogério e Sandro. O crime aconteceu em 29 de julho de 2014, no Bar do Grande, na Praça Castro Alves, no centro de Itagimirim. Conforme consta nos autos, a principal motivação estaria relacionada a uma dívida contraída por Rogério com ciganos, na qual Rielson teria sido apontado como fiador. Ainda segundo a investigação, o prefeito teria sofrido ameaças após se recusar a utilizar recursos públicos para quitar a dívida.
Após anos de investigações e o indiciamento dos envolvidos, os acusados chegaram a ser presos e o primeiro julgamento também foi adiado pela ausência de documentos. O júri foi remarcado para esta segunda-feira (17), mas sofreu novo adiamento devido a problemas de conexão com a internet, que impediram a apresentação de novas provas em favor dos réus. Uma nova data deverá ser definida pelo juiz da Vara Criminal de Itagimirim, Otaviano Sobrinho.
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